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Comer ou não comer? Eis a questão !


Importar os alimentos que exportamos será uma medida bem próxima e ainda mais frequente caso a alta da inflação na indústria alimentícia perpetue . Crítico.  A revista online IstoÉ, postou uma matéria hoje com as estatísticas e possíveis causas desse problema.
Segundo a repórter da IstoÉ,  Daniela Amorim, baseando-se em dados do IBGE batemos a marca de +6,43% na inflação em volta dos alimentos, desde janeiro a setembro deste ano, valor que aproxima-se do índice relativo a 2011. 
A reportagem ainda traz a justificativa de Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE. Ela afirma que a seca climática presente não somente no Brasil, mas também Rússia e Estados Unidos, foi responsável pela diminuição na produção de milho e soja, assim como outros alimentos. Eulina também ressalta que houve diminuição de área plantada para alguns alimentos.
O que não entendo é que se houve diminuição de área para cultivo, assimila-se portanto que esse espaço poderia ter sido substituído por outras plantações e que essas seriam de maior importância. Relaciona-se então aumento de investimento em produtos exportados, tais como soja e milho que impulsionam a enconomia gradativamente. Porém, esses alimentos  tem sofrido retardo, como dito pela coordenadora. 
Eis as questões : Onde está se concentrando a produção de alimentos básicos ao consumo brasileiro como arroz e feijão perante a queda de espaço para seu plantio? Esta alta alarmante da inflação realmente tem embasamento concreto somente por dificuldades de área, já que as mudanças climáticas tem de fato participação evidente ?  O fantasma da fome pode voltar a assombrar os brasileiros visto que condições desfavoráveis de renda em uma sociedade desigual diminuí as opções de "fartura na mesa" ? Qual a melhor saída então : comer ou não comer? 


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