05 #Doce Infância - Gibis&Afins {03} GibiGang

E quem não ama gibis? Difícil encontrar alguém que não goste !

Há algum tempo atrás surgiu o quadro "#Doce Infância - Gibis & Afins". E nele eu citei em duas postagens , o saudoso e irreverente "Calvin and Hobbes". Citei também meu apreço por esse universo.

Eis que lhes afirmo, meus caros: os gibis tem representado algumas ideias mirabolantes na minha cabecinha viajante e sinto no ar, um cheirinho de "quero mais do que apreciar". A vida vai me ajudar? Claro que não! Meus leitores mais assíduos e íntimos sabem reconhecer o quão difícil é lidar com meu amor aos escritos, por justamente contar apenas com o meu amor e apoio de vocês. Mas isso é história dramática, para outro dia...

O fato é que: ou a Gibilândia vem para cá, ou nós vamos para lá !
Decidi juntar os dois. Então peguem suas xícaras vazias ou cheias, e vamos viajar! Temos muito a aprender !

Primeiramente, que tal dar uma olhadinha nos primeiros posts do quadro?

Gibis&Afins {01}
Gibis&Afins {02}

Apresento-lhes agora:

GIBIGANG 
Uma turminha do barulho!


Estava eu navegando na nebulosa, quando deparo-me com a turminha do GibiGang. E olha, vale a pena ler! Trazendo um humor, real, sadio e engraçado, Julio Magá tem tudo para que logo, logo a turminha cresça. Gibigang é um gibi virtual, com tirinhas divertidas, histórias e quadrinhos inteligentes.

Júlio Magalhães, ou melhor, Júlio Magá é paulista de Santo André e começou a desenhar bem garoto! Aos 14 anos já editava o fanzine “X-Salada” mostrando sua arte. Nessa época criou o personagem Gato Espeto. Logo virou roteirista e escreveu centenas de histórias em quadrinhos de personagens nacionais e estrangeiros.
Apaixonado pelas histórias de humor e infanto/juvenis, Júlio Magá criou figurinhas divertidas como o Freak Teens (que recebeu menção honrosa no 1º Prêmio Abril de Personagens, em 2010), o feiticeiro Gruvister e a tartaruga Casca Grossa.
Atualmente Magá se dedica ao desenvolvimento de produtos editoriais para várias empresas e mantém a imaginação em ebulição e o traço afiado criando novos motivos para divertir os leitores.(Fonte: http://www.gibigang.com/julio-maga)

Puxa vida, que bagagem né? Pois é! Buscando entreter os leitores e fazer sua imaginação procriar nasceu a GibiGang.



Vamos conhecê-los :

Veruska Verruguinha
Curiosa, espertinha e geniosa.
Veruska mora com a avó, seus pais estão numa longa viagem de férias na Romênia.
Veruska estuda bruxaria, mas ainda não consegue fazer grandes feitiços, de vez em quando abre escondido um velho baú que sua vovó esconde no porão e vivem grandes aventuras com seres mitológicos, fantásticos e bizarros. Sempre disposta ajudar seus amigos muitas de suas idéias dão errado e cria mais confusão ainda.
Seu bichinho de estimação é  Morgana, uma aranha gigante e faminta.

Igor Hugo
Tímido, estudioso e responsável. Igor fica horas e horas debruçado nos livros e no teclado do computador, tanto que até cresceu uma corcundinha.
Sua timidez dificulta se relacionar com as meninas, mas sua Inteligência é admirada por todos.
É o melhor amigo do FrankPunk, e o acompanha em muitas aventuras mas sempre com muita resistência e medo.

Frank Punk
Adora esportes radicais, principalmente andar de skate, o que lhe rende muitos tombos e cicatrizes.  Mas ele nem liga, parece até que tem uma força sobre humana em relação à dor. Não é muito inteligente e isso explica por que faz tantas loucuras em cima do skate.

Gruvister
Gruvister é um mago atrapalhado e desengonçado que vive na Idade Média. Tem uma cabana no meio da floresta, onde prepara poções e fórmulas. Seu grande plano é criar uma formula que transforma chumbo em ouro, mas nunca consegue.
Ele se diz um primo do Mago Merlin, mas ninguém acredita.
Seu fiel companheiro é a coruja Cosmos, que é muito mais esperta que ele.

Casca Grossa
Quem acha que é fácil criar tartaruga, não conhece o Casca Grossa.
Ele dá o maior trabalho pra sua dona, assalta a geladeira, vive resmungando, não larga o controle remoto da TV e não quer saber de arrumar um emprego e sair de casa. Ela já pensou em trocá-lo por um hamster, mas nenhum Pet Shop concordou.

Espeto
Espeto é um gato de rua, vira-latas que está sempre querendo se dar bem.
O que não é tão fácil, num mundo cão. É que onde o Espeto vive os cachorros são a maioria. E um gato precisa ser muito esperto para conseguir se virar.

Muito mais em: Gibigang

CORRE LÁ PARA LER E CONHECER!









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Contos de Natal

Tais contos que irei contar-lhes não tem nada a ver com o clássico "Conto de Natal". Não há fantasmas de natais passados, presente ou futuro. Embora, talvez, possa concluir-se que eles existam, e estejam presentes nas lembranças narradas.
Intitulo o primeiro conto como: "Noel existe! Eu o vi!" e mais uma vez, minha mãezinha participa dessa lembrança.





Noel existe! Eu o vi!
Natal de 1996, Belo Horizonte, Eldorado. A pequena garotinha de quatro anos aguardava ansiosa à chegada do vovô Noel. Como conta sua mãe, a ceia já havia sido servida à menina, mas ela recusava-se em dormir antes de ver o papai Noel. Naquele ano a pequenina escritora havia pedido uma boneca ao velhinho. Não sabia escrever, mas desenhou sua cartinha. Uma cartinha que tinha apenas desenhada: uma enorme árvore enfeitada, Noel, os familiares, o poodle Gugu aos pezinhos da criança e a boneca em seu colo. 
As horas passavam e a criança sem sono decidiu brincar. A mãe tentava atraí-la para o sono argumentando: 
" _ Se você não dormir ele não virá".
E ela perguntava inocentemente:
" _ Por quê?".
" _ Porque senão quebra a magia do natal."
Mas a criança havia esperado muito para vê-lo e estava decidida.
"_ É só uma espiadinha."
"_ Tudo bem, mas se ele não vir logo, você vai para cama, certo? São muitas casas filha, ele pode se atrasar. Prometo que te acordo quando ele chegar!"
"_ Tá bom!"
A criancinha teimosa pegou seu "velotrol" e levando-o até o quintal dos fundos foi pedalar. 
Não se sabe ao certo quanto tempo ela ficou ali aguardando a chegada do bom velhinho, quando de repente ela ouviu de longe: "Hô-hô-hô!"
Sua mãe veio ao seu encontro: 
"_ Vem filha!  Ele chegou! O papai foi ver se ele está lá fora!"
E ali iniciou-se a correria pela casa a procura do velho Noel que escondia-se muito bem. Quartos, cozinha, banheiro... Algumas perseguições e ao retorno à árvore, lá estava seu presente. A boneca que ela queria. 
"_ Mamãe!"
"_ Vamos Ray! Vamos ao quintal, ver o trenó indo embora!"
E assim que chegaram ao quintal, a mãe da menina apontou no céu a estrela mais brilhante.
"_ Está vendo? Ele já está longe, mas olha lá o nariz brilhante da rena Rudolph!"
"_ Sim, estou vendo mamãe! É ele, o papai Noel! Como brilha o trenozinho!"
"_ Pena que ele foi mais rápido que nós!"
"_ É... Como ele é tão rápido?"
"_ É a magia do Natal filha, assim ele consegue entregar todos os presentinhos à tempo no mundo inteiro! ... Agora vamos lá abrir o seu? Será que ele trouxe o que você queria?"
" _ Claro que trouxe! É o Papai Noel mamãe! E eu vi ele!"
" _ É você viu!"

Mãe e filha entraram e seguiram o ritual "rasgar de embrulhos". 
Há quem diga que não, mas para aquela criança o Papai Noel existe, ela viu! E ainda hoje, aos seus vinte anos ela acredita nisso! Mas sabe porque ela não o vê mais? Porque quando crescemos perdemos aos poucos a pureza da infância, o brilho ingênuo do olhar. No entanto, quem conserva um coração puro de criança consegue sentir a presença do bom velhinho. No caso da pequena Ray ela sente-o não só pelo coração, mas também pelo presente mais maravilhoso que os natais a trouxeram: a imaginação fértil e o doce desejo de ser uma eterna criança!

O próximo conto é chamado de "Dessa vez ele escapou mesmo!" e quem participa dessa lembrança é o meu super-pai!

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Plágio é Crime

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