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Mostrando postagens de Novembro, 2014

Nas sextas da Rural.

Os caminhos sempre tão cheios de pegadas e passos alvoroçados, de repente não estão lá. O burburinho alto de dúvidas, medos, desesperos, trabalhos, seminários, provas que emudecem as árvores centenárias, de repente não estão lá. Então segue-se silenciosamente, pé após pé. PLOC, PLOC. Ouve-se o pisar nas poças. Cães sempre amigos, sempre observadores de nosso dia-a-dia agora brincam entre si. Latem, tossem e até rosnam.  A visitante calmaria de uma manhã chuvosa e vazia.  O chacoalhar das folhas, as árvores que agora dançam e dispõem-se feliz a gargalharem. E ouço ruídos de lar, de paz.   E ouço ruídos de uma flauta solitária no alojamento feminino. E sinto uma brisa gélida de paz e recomeço. Os bancos da praça da Alegria, encharcados e sós. O bandejão vazio. As salas de estudos ocas. O eco do hall dos alojamentos. O silêncio acumulado na semana, de repente ecoado naquela manhã. Manhã doce de sexta-feira.  Manhã divina, manhã única. Manhã que me faz sentir e sempre lembrar, que aquele é o lugar onde e…