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Ondas De Ninguém


       Vejo a luz fraca ao por do sol e é inútil se conter em não relembrar momentos de antes tão leves e agora tão pesados, sufocados.
          Um barco aportado sobre a areia e eu aceno aos fantasmas da minha alma quase plena que riem do caos e da confusão da multidão de gritos abafados.
          A tarde cai sobre a minha solidão como um véu de seda, pianos tocando internamente como rojões que estouram a calmaria.
           O amor embaraçado de um compositor apaixonado que não quer futuro. Quer paixão. E no meio do silêncio a onda vai, a onda vem. Quem será que ela traz?
           De quem serão essas ondas minhas? Ninguém pode tê-las?





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Comecei a ler fanfiction aos meus treze anos de idade, na época em que ainda existia no orkut (céus, como você é velha) aquelas comunidades de "Web Novelas". Iniciei as leituras virtuais com as tais web novelas, que na minha opinião atual eram um pé no saco, pois a plataforma do orkut não permitia uma postagem em página única. As autoras postavam os capítulos através de comentários nos fóruns. Logo, ocorria uma mistura infinita de capítulos da história com comentários de leitoras. Tudo dentro de um mesmo fórum.  Enfim... Quem viveu saberá do que estamos falando aqui, e tchananãn.

Criaram por fim, as fanfictions (ficções de fã) que eram postadas em sites de hospedagem de página HTML, como por exemplo, o vilabol e geocities (R.I.P).  Foi um achado, gente!  Porque você escrevia sua história toda, criptografava em HTML, e a história ficava no padrão atual de postagem. Ah! E havia a possibilidade de ser interativa, o que na época era um babado! Assim que encerraram a disponibili…