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Belo Horizonte.

Estive em Minas Gerais pela milionésima vez . Sim, eu sou mineira, e escrevi através de algumas figuras de linguagem, todo o sentimento que me toca quando eu vou para minha terra natal. Ficou um pouco diferente da minha escrita atual, mas escrevi isso há uns dois anos atrás.

O céu aqui é todo branco. E cinza.
O vento tem cheiro de urbanização. As ruas são íngremes e guiam seus pés. Você não os domina, não controla onde irá.
As casas são silenciosas, o centro urbano apinhado traz a sonoridade. As pessoas, incansavelmente lá se encontram, na brincadeira pela rodovia da rotina e da vida.
Os prédios, tantos tocam o céu. Se posicionaram como uma maquete, firmes apesar de todos os planaltos.
A liberdade ecoa por alguns lugares, bairros e avenidas, mesmo com todas suas cercas elétricas de proteção.
Ao chegar em Belo Horizonte, a cidade se mostra minha mãe, e eu uma esmera cria sua, me entristeço, apesar dela de sempre me dizer : "Bem Vinda de volta!"
As cores não surgem por aqui, monocromática e profissional, a cidade nos encanta sempre.
Belo Horizonte, capital mineira onde nasci, e sempre retorno. Capital da prática dos sonhos perdidos.

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