01 novembro, 2012

Internet : A segunda identidade pessoal.

PROPOSTA DE REDAÇÃO ENEM 2011
Tema: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado.
Objetivo: Apresentar proposta de conscientização social que respeite os direitos humanos.
Regras:
- Max. 30 Linhas;
- Texto dissertativo-argumentativo em língua padrão.

Uma dica para construir um bom texto é destacar alguns pontos, os quais você deseja abordar.
No meu texto, por exemplo;
- rede como direito universal;
- rede como disseminador de ideias;
- popularidade e reputação online;

Vamos lá!

Internet : A segunda identidade pessoal.
       O crescimento desordenado da população indicia a principal razão para o avanço da internet. É inegável que, o público mais atrativo dessa ferramenta está entre a pré-adolescência e a juventude.  Na verdade esse público é alvo de tudo ao nosso redor e na internet tudo é urgente.
       A interconexão com o mundo, novas experiências, conhecimento e tudo o mais que ela oferece permitem que cada usuário torne-se cada dia mais dependente dela. Tal dependência gera ao mundo, o acesso à rede como direito universal. Acredita-se que logo será impossível viver sem internet e excluir uma parte da população privilegiando outra, bate contra o princípio da igualdade e dos direitos humanos.
         A febre que vem aos “40 graus” nesses últimos cinco anos são as redes sociais. O que essas redes têm afinal? Simples, elas instigam os internautas às principais modalidades que os circundam aproximando-os por serem eles mesmos os responsáveis por implantá-las e disseminá-las. Tudo de um jeito discreto. E é justamente, pelo próprio usuário promovê-la que, a conscientização deve partir do mesmo. 
        As redes sociais funcionam como uma segunda identidade pessoal, pois transmitem a formação de pensamentos, características, gostos, enfim, a vida de quem a utiliza. Porém difere-se do RG comum, pois ninguém anda por aí expondo o seu número de RG. Já na internet, as pessoas expõem até mais.  Deve partir da consciência geral, que a internet é só mais um ponto de encontro, e ao contrário do que se pensa, ela não torna ninguém invisível.  A estratégia e uso correto das “teias” sociais são de não utilizar delas como artifício para executar aquilo que você não faria publicamente.  A liberdade que ela implica gera atitudes condenáveis. Outro elemento relevante é a mobilização desses meios para defesa de boas causas e agregação de boas ideias. Se todos se unissem com causas específicas de mudanças positivas, seria muito mais fácil mover as melhorias tão sonhadas, tendo em vista a força palpável desse instrumento múltiplo. E quando se atinge essa mobilização, consequentemente atinge-se a popularidade. Popularidade esta que dependerá de duas opções: ponderar para uma reputação aprovável ou não.
       Há na internet desde atitudes reprováveis quanto a atitudes exemplares, principalmente evidentes através das redes sociais. São nelas que estão espalhados grupos distintos, divididos por opiniões. Cabe a alguém analisar essas opiniões e grupos e assim como na realidade, deve-se ressaltar punições para o mau uso da internet e das redes. Não apenas ameaçar, mas agir. Se o mundo real está um caos pela impunidade o mundo virtual também estará. A internet é um espelho e tudo que se aplica fora dela, deve refletir também nela.


Por, Rayanne Nayara.