07 dezembro, 2011

O amor.

O amor de repente pode surgir de um abraço.
Um beijo mal dado.
Uma palavra de conforto.
Assim como se o véu  da cegueira desaparecesse.

O amor precisa de cuidado.
Ele pode envelhecer com o tempo.
Iluminá-lo com sol, regá-lo com a chuva. Ou lágrimas. 
Transformam-o em eficaz e duradouro.

Pode ser que só meus olhos vejam isso.

O amor transmite calor. E também o frio.
O amor não tem limites ou quantidade.
O amor é elétrico.
E ele voa.





Ele é rude e meigo. Cruel e bondoso. Amargo e doce. 
É remédio e veneno. 
Mata e Ressucita.

Se ele quiser torcer as leis da vida, do mundo, do coração.
Se ele quiser acabar com a sua fé.
A fé do nada a ver.
Ele é capaz de tudo.
É único, incomparável.

Pode ser que só meus olhos vejam isso.
Pode ser que seja desse jeito só para mim.
Talvez para alguém mais.
Alguém que eu procuro. 
E não encontro.
Alguém que possa ou não existir.

Por, Rayanne Nayara.